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Expresso

Ó António, quem vai pagar a festa?

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Num país liderado por A o ministro das Finanças, M, é chamado para responder a uma pergunta simples: “Diz-me quanto são 2 mais 2?”. M, economista de profissão, fica apreensivo, fecha a porta e todas as janelas e persianas da sala. E depois pergunta baixinho a A: “Quanto quer que seja?”.

Nunca acreditei nos desejos de Mário Centeno, expressos em contas e fórmulas matemáticas. Aquele modelo tinha tanta probabilidade de bater certo como o Tondela de ganhar o campeonato nacional de futebol. Como se não bastasse ser um exercício teórico difícil de alcançar, tem agora de comportar as exigências de um Bloco de Esquerda e de um Partido Comunista Português, para quem os limites do défice impostos por Bruxelas são uma espécie de demo.

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