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Que querido

O Vasco Campilho acha, citemos, "nojento" que se tenha feito notícia sobre o que disse Gordon Brown. Bem, eu, definitivamente um monstro, acho que foi perfeitamente natural.

Tiago Moreira Ramalho (www.expresso.pt)

O idealismo habitual no que respeita à comunicação social aborrece. Quando o idealismo vai além do "habitual" e se atira de cabeça para uma espécie de puritanismo, como se um jornal tivesse as mesmas regras de ética ou, mais leve, educação que um indivíduo, apenas irrita.

Estranho seria, Vasco, que perante um comentário daqueles não houvesse uma reacção. Esperar o silêncio dos media quando têm um Primeiro-Ministro a chamar fanática a uma eleitora que simplesmente o questionou numa acção de campanha é um exercício completamente destituído de significado. E tu sabes isto perfeitamente.

Quanto à senhora, bom, és muito querido em preocupares-te com ela. Todos nos preocupamos. Era como uma velhota de Boliqueime a ouvir uma destas do sr. Presidente. Mas essa preocupação não deveria virar-se contra a comunicação social, mas sim contra o gentleman que afinal não é assim tão gentleman no escurinho do cinema. As simple as that.