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O euromilhões de Assunção Cristas

A imagem disse muito. Terminado o debate quinzenal, António Costa, cheio de ginga política, depois de garantir às esquerdas que não há razões para tanta ciumeira; deixava-se fotografar num sorridente cumprimento ao novo líder parlamentar do PSD. A “nova fase” começava ali. Passos Coelho já era. Fica Assunção Cristas.

O CDS, que reúne em congresso daqui a uma semana, é hoje um partido diferente do de Paulo Portas. Em vez de apontar a faixas diferenciadas do eleitorado e de apostar em discussões vazias sobre ideologia, está mais concentrado nos problemas do país real. Nos estragos causados pela engenharia orçamental e na alegada viragem de página da austeridade deste Governo, mas também, ironicamente, nos estragos causados pelo executivo de que fez parte. António Costa tinha razão quando lhe disse esta semana que as áreas que agora tanto movem o CDS também se deterioraram, e muito, com a governação da troika e respetiva coligação de direita.

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