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Marcelo. Um Presidente em ziguezague?

Um dos ativos mais relevantes no cargo presidencial é o poder da palavra. A deterioração da passagem de Cavaco Silva por Belém, no segundo mandato, passou sobretudo pela perda desse valor. As suas ligações ao mundo do BPN e a declaração de que as suas reformas não chegavam para os gastos foram o dinamite de um Presidente que se autoproclamava apolítico e que sofria da agravante de se ter distanciado do povo.

Quando Marcelo chegou, tornou-se tudo diferente. Marcelo, ao contrário de Cavaco, trazia proximidade. Vinha para falar de tudo, de todos e a toda a hora. Aliás, não faltaram analistas a declarar que, a prazo, com tanta “verborreia”, a sua palavra ia perder peso político e influência. E o que é um Presidente sem peso e sem influência?

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