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O “amigo” de Costa e o pin na lapela do Bloco de Esquerda

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As dúvidas sobre o papel/atuação do “melhor amigo” de António Costa enquanto negociador do Estado não são novas. Mas o que agora surpreende (ou talvez não!) é a reação do primeiro-ministro. É inacreditável que Costa considere que estava tudo bem na relação muito pouco clara entre o Estado e Lacerda Machado. Uma relação graciosa e sem enquadramento legal.

É estranho que se ache estranho que tenha de haver um contrato. É óbvio que tem de existir – Costa deu a entender que esse contrato já existia quando ainda nem sequer foi assinado -, e é também óbvio que os valores envolvidos devem ser públicos. Afinal quanto é que vai ganhar o “melhor amigo” de Costa? Qual o objeto (s) do acordo? Vai negociar o quê? E com quem? A falta de transparência e o conflito de interesses são indisfarçáveis, e o primeiro-ministro já devia saber que misturar amigos e negócios nunca dá bom resultado.

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