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Expresso

E José Sócrates, gostou da escolha de Van Dunem?

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Não merece discussão que a grande surpresa deste executivo é a escolha de Francisca Van Dunem. Um nome que vem do topo da hierarquia do Ministério Público, que conhece de perto as investigações que estão em curso e que é colocada no Ministério da Justiça. No topo da Justiça.

“À política o que é da política, à justiça o que é da justiça”. António Costa também alinhou nesta ladaínha a que todos os políticos recorrem quando as investigações se aproximam perigosamente dos seus terrenos (ou companheiros) partidários. Mas Costa foi mais longe, massacrado pelo processo de José Sócrates – que repetidamente se atravessou no seu caminho, distanciou-se e falou na “sua verdade” referindo-se às alegações e à defesa de Sócrates. Foi a gota de água. Entre Sócrates e Costa, o elo (se é que alguma vez existiu) partiu. As distâncias vincaram-se. Sócrates enfurecido. Costa fleumático. Seguindo em frente.

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