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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Vamos somar bancos (outra vez)

Acompanhar a atualidade portuguesa requer alguma elasticidade mental. Devemos saber comparar a área ardida, dominar a quota das barragens, discorrer sobre a diferença entre seca severa e extrema, opinar sobre o que separa o INE do Eurostat no défice, explicar o que é (ou não) uma carga fiscal e, de novo, somar ajudas e resgates de bancos. Todos estes domínios decorrem da natureza ou das atividades básicas do Estado e da economia, exceto o último. É por isso que a “soma das ajudas aos bancos”, que quase todos os jornais fazem desde quinta-feira e que o BdP agora atualizou, é tão chocante.

Não está em causa a dimensão da ajuda, como explicou o meu colega João Vieira Pereira, no seu artigo da edição semanal do Expresso. Portugal não está no top das ajudas, nem em valor absoluto nem em percentagem do PIB. O que está em causa é o arrastar do problema, parecendo sempre que está resolvido para depois surgir numa curva mais à frente, com nova forma e outros rostos.

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