Siga-nos

Perfil

Expresso

Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

O “regresso” do antissemitismo à política europeia

Emanuel Macron foi esta quarta-feira a título pessoal ao funeral de Mireille Knoll, uma octogenária brutalmente assassinada na sua casa em Paris, num crime que a polícia descreve como antissemita. As fotografias do Presidente francês, com um quipá, a abraçar familiares de uma sobrevivente do Holocausto que acabou por morrer num crime de ódio em 2018 são de um enorme simbolismo.

Macron não participou na marcha branca contra os crimes de ódio políticos e religiosos que, poucas horas antes, teve lugar em Paris, mas foi ao funeral, apesar de isso não constar da sua agenda. Quis assim condenar um dos maiores elefantes que ocupa o armário da política francesa: o antissemitismo, que, como sempre, nasce nas franjas e alastra entre fanáticos, deserdados, desenquadrados, conspirativos, anti-israelitas, etc.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)