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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Pode um caso judicial ser ridículo?

Pode. E este caso das viagens da Galp é, na essência, ridículo. Um caso menor, sem relevância política ou contrapartidas decentes, nenhum efeito de moralização razoável ou de exemplo a seguir. O caso parte de um único ponto discutível do ponto de vista político e ético - deve um secretário de Estado dos Assuntos Fiscais aceitar viajar a convite de uma empresa com a qual o Estado tem sérias divergências? - para entrar num desvario que vacila entre o risível e o aterrador.

Primeiro, o tempo. Como muito bem lembrou Miguel Sousa Tavares, ontem no Jornal da Noite, como é que é aceitável que um caso desta simplicidade leve um ano a ser investigado? Um ano, pelo menos, porque, como se percebe pela recente constituição de arguidos, a investigação ainda decorre.

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