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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Sondagens, o regresso da vida normal

As eleições francesas foram uma espécie de redenção para os institutos de sondagens. Acertaram em cheio, na primeira e segunda volta, acompanharam todas as mudanças de uma longa campanha, não sobrevalorizaram modas passageiras nem desvalorizaram novidades. Ao contrário do que possa parecer, as eleições francesas foram tudo menos previsíveis: os candidatos iniciais caíram nas primárias dos partidos, pela primeira vez um ex-Presidente não se candidatou, outro (Sarkozy) caiu por terra e o provável vencedor (Juppé) teve o mesmo fim.

O surpreendente Fillon caiu a pique num escândalo, o PS virou à esquerda afastando o mais provável candidato (Valls), Méllenchon teve uma campanha espetacular e, no meio disto tudo, Macron fez o seu caminho até ao Eliseu. Foi uma das mais estranhas e longas campanhas da V República, mas um sucesso retumbante para as sondagens.

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