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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Escócia, Gibraltar, Irlanda do Norte: os primeiros destroços do Brexit

Sempre valorizei mais os efeitos políticos do que os económicos do Brexit. Sendo certo que tanto as previsões económicas como as políticas se debruçam sobre cenários muito difíceis de adivinhar, parti sempre do princípio de que o Reino Unido tem “armas” próprias para ultrapassar contratempos económicos e financeiros e é talvez o país que mais cedo se preparou para a globalização.

Com a maior praça financeira do mundo, a língua mais global do planeta, uma forte tradição mercantilista e uma comunidade comercial e política inteligentemente mantida nos despojos do império, está bem protegida para uma arriscadíssima saída da EU. Na frente política, as coisas são bem diferentes. Manter o Reino Unido com a sua formação histórica pode mesmo ser impossível.

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