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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Sócrates, a Justiça e o Estado

José Sócrates anunciou na passada sexta-feira que vai processar o Estado. Simplificando, usou a expressão “se não acusam, então acuso eu”. À primeira vista parece absurdo que alguém que estará perto de ser acusado por fraude fiscal, branqueamento de capitais e, com elevada probabilidade, corrupção, processe o Estado. Sobretudo quando esse alguém geriu a máquina do Estado durante uns bons anos e conhece as suas imperfeições. Mas o processo não é absurdo, é legítimo e importante para um melhor funcionamento da Justiça.

Neste momento do texto já vários leitores estarão a acusar-me de estar ao lado de José Sócrates. Não percam tempo com isso porque acho que José Sócrates será facilmente acusado (no crime de corrupção será menos simples) e, sobretudo, depois de conhecido o circuito do dinheiro pelos Panama Papers e a delação de Helder Bataglia, dificilmente escapará a uma condenação.

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