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Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

A crise e os bancos (2008-?)

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Na quarta feira, António Domingues foi a uma audição parlamentar explicar como pretende tirar a Caixa Geral de Depósitos do mar de problemas em que se arrasta há demasiados anos. No mesmo dia, o Deutsche Bank afundou-se mais um pouco em bolsa, numa espiral difícil de suster impulsionada pela ameaça de uma multa milionária das autoridades americanas. Em simultâneo, cresceram as dúvidas sobre como podem ser resgatados os bancos demasiado grandes, a começar pelos italianos.

Os casos do primeiro parágrafo são todos diferentes, mas têm um traço comum. Mostram com enorme clareza - e dureza - que a crise financeira de 2008 tem um rasto de destruição muito mais longo do que alguém podia imaginar. E que esse rasto, depois de ter abanado os bancos e os mercados, arrasou sectores produtivos e as finanças públicas de demasiados Estados, para voltar aos bancos em força, não com o estrondo inicial mas com peso suficiente para deixar o sector a arrastar os pés demasiado tempo.

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