Siga-nos

Perfil

Expresso

Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Dilma caiu. Ok, e agora?

  • 333

A América Latina é uma zona do globo muito propícia a golpes de estado, sobretudo militares. A história da república brasileira, desde 1889, deu um bom contributo para essa tradição. A queda de Dilma Rousseff, tal como a de Collor de Melo em 1992, é um enorme avanço deste ponto de vista. Não se pode - nem deve - comparar golpes de estado com destituições feitas dentro do quadro parlamentar e judicial de uma democracia. A legitimidade de um Senado ou de um Supremo Tribunal é sempre superior à da força das armas.

Mas há um lado muito complexo na destituição de Dilma Roussef. Ao contrário de Collor, Dilma não está acusada de nada nem é suspeita aos olhos da Justiça brasileira. É verdade que os casos de corrupção da cúpula do PT e do Palácio do Planalto são incrivelmente maiores que as tropelias de PC Farias, o tesoureiro que arrastou Collor para a queda.

para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)

  • Dilma: “Vamos vencer o golpe”

    Numa declaração ao país, Dilma Rousseff disse esta quinta-feira ser vítima de uma “farsa jurídica e política” e de uma “injustiça”, considerando que o processo de destituição aprovado de manhã no Senado é um “verdadeiro golpe” que ameaça a democracia. “Mas eu não esmoreço, vamos vencer”, garante

  • Dilma perdeu para os homens de terno

    Antes mesmo de ser afastada do poder, rituais de Brasília abandonaram a presidente à solidão dos derrotados. Presidente brasileira já estava derrotada antes da votação desta quinta-feira

  • Senado aprova processo de impeachment de Dilma Rousseff

    Presidente brasileira deve ser notificada da decisão dentro de algumas horas e em seguida o vice-presidente Michel Temer será também notificado e assumirá interinamente a presidência, até ao julgamento final do processo, que ainda não tem data definida