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Expresso

Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

O resto do muro e a máquina de calcular

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A expressão ditadura das finanças tem tanto de tonta como de lógica. É uma expressão antiga e já foi usada em demasiadas fases da História de Portugal, um país que gosta de esticar as suas contas e que o faz com estilo e estrondo à esquerda e à direita, em monarquia e em república, em ditadura ou democracia. Somos bons nisso.

Nos últimos anos, sobretudo desde 2008, a expressão voltou em força, agora com dois alvos: os mercados e Bruxelas. O primeiro alvo tem andado um pouco arredado dos nossos discursos, sobretudo depois da saída limpa e de nos termos voltado a financiar a juros razoáveis. Bruxelas não teve a mesma sorte. Depois do fim da troika, a capital belga passou a ser o alvo restante das nossas frustrações. O problema é que lhes damos razões a mais.

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