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Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Abstenção, a espiral que ameaça as presidenciais

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O perigo da abstenção tem dominado a campanha das presidenciais. Isso é natural, porque é um tema que afeta todos os candidatos. Mas não é nada natural que o tema seja tão discutido quando não está em causa a reeleição de um Presidente. Quando Jorge Sampaio tentou a reeleição em 2001, a abstenção igualou o número de votantes. Na reeleição de Cavaco Silva, chegou mesmo a ultrapassar, com 53,5% dos eleitores a faltarem à chamada.

Nesta eleição seria absolutamente normal que a taxa de abstenção caísse para níveis abaixo dos 40%. Sempre que o Presidente em exercício terminou o segundo mandato e não se pode recandidatar, o máximo que se verificou foi 38,5% e 38%, quando Cavaco e Sampaio foram, respetivamente, eleitos pela primeira vez. Mas estranhamente estamos a falar de outro cenário, com enorme apatia dos eleitores.

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