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Expresso

Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

Quanto vale hoje o CDS?

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A pergunta que serve para título pode ser feita para qualquer partido. Faz parte das regras da democracia e das voltas da história. Por mais valores ou ideologia que um partido tenha, por mais militantes ou quadros que agregue, o seu valor eleitoral é que acaba por decidir tudo. Nessas voltas, o CDS é, talvez, o partido que tem, em simultâneo, a trajetória mais variada, interessante e perigosa da nossa política. E sem ir autonomamente a votos desde 2011 vai ter essa pergunta a pairar sobre si durante algum tempo. Mais do que a sombra ou legado de Portas, o que vai definir a próxima liderança do partido é o seu valor eleitoral.

O CDS já foi o partido da táxi, mas também já foi muito mais do que isso nos anos 70 e início da década de 80. E depois disso já teve períodos de fulgor com Manuel Monteiro e com Paulo Portas. E pelo meio teve vários períodos de míngua, entre o fim da AD com Marcelo, o quase abraço de urso do PSD e a hegemonia política do Bloco Central europeísta.

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