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Expresso

Telegramas da saída limpa

Ricardo Costa

Ricardo Costa

Diretor de Informação da SIC

O campeonato das tias ricas

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O futebol nunca foi especialmente racional e, em rigor, nunca ninguém se importou especialmente com isso, salvo no longínquo Totonegócio, na atribuição de bombas de gasolina em barda e nas revisões a martelo de PDM. Fora isso, desde que a bola role e uma ou outra vez entre na baliza, ninguém faz perguntas. Tal como em Las Vegas, o que acontece no futebol fica no futebol.

Eu, que sou do Sporting, nem devia estar a escrever isto. Tenho um treinador divertido e que joga ao ataque (até nos sms), um presidente que dá murros na mesa e, pelas minhas contas, mais de trinta jogadores, alguns que nunca acreditei ver a trabalhar em Lisboa. Ir ao futebol é coisa que me ocupa pouco a agenda, mas já aceitei um convite de um amigo para ir ver o Sporting na próxima terça. E lá estarei, a torcer para que tudo nos corra pelo melhor. Mas a verdade é que, no meio da euforia, há coisas que não me soam nada bem.

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