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A Tempo e a Desmodo

Tutela dos filhos: machismo beneficia mulheres

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Chamemos-lhe Sónia. Casou com um rapaz lá do open space. Não parecia mau tipo, ia à bola com o sogro. Parecia bom moço, levava os sacos do supermercado à sogra. Era carinhoso com Sónia, aliás, em retrospectiva até podemos dizer que era demasiado melado, possessivo, asfixiante, agora até podemos dizer que estava na cara. Mas na época não estava. Tudo começou mais tarde, numa sucessão de comentários geradas por likes e smiles imprevidentes no Facebook. Como tantas vezes acontece, bastou um rumor para que ele recriasse cenas de adultério entre Sónia e o outro, bastou uma desconfiança para que a sua cabeça tratasse como verdade absoluta uma mera suposição gerada no ciúme. E assim estalou a violência com um ipad partido na cabeça de Sónia. 

 

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