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Terror na Austrália: violar mulheres é direito cultural

Quero falar de outro caso de terror ocorrido na Austrália. Esmatullah Sharifi, refugiado afegão, violou duas mulheres australianas no espaço de cinco dias em 2008. A primeira tinha 18 anos. Em 2012, o tribunal de primeira instância confirmou o óbvio: estávamos perante um crime hediondo e Esmatullah foi condenado a catorze anos de prisão. No recurso, o advogado do afegão foi esperto: aproveitando o complexo politicamente correcto (fortíssimo na Austrália por causa da questão aborígene), invocou "diferenças culturais" como atenuante. Em 2013, o tribunal de segunda instância aceitou a tese, afirmando que o violador não tinha "a noção clara do conceito de consentimento nas relações sexuais". Resultado? Pena reduzida para onze anos. Julgo que ainda não é sabida a resolução do Supremo, mas a decisão da segunda instância representa por si só a barbárie politicamente correcta. 

 

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