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A confissão do sonâmbulo

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Um sonâmbulo, Brian Thomas, mata a mulher durante um episódio de sonambulismo, mas é declarado inocente. Uma jogadora, Angie Bachmann, acumula dívidas e processa os casinos, alegando que o vício está para lá do seu livre arbítrio; os tribunais porém não aceitam a tese desresponsabilizadora. Ela, que só acumulou dívidas destruidoras de uma família, é culpada. Ele, que matou uma pessoa, é inocente. É este o tipo de conflito moral que faz de “A Força do Hábito” de Charles Duhigg um livro interessante.

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