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Os refugiados muçulmanos convertidos ao cristianismo

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Eis um daqueles dados factuais que não são debatidos. Aliás, eis um daqueles tufões que nem sequer são mencionados no relatório meteorológico, porque desarrumam a casa arrumadinha pelos blocos de esquerda da vida. Ei-lo: na Europa e no Médio Oriente, está em curso uma vaga de conversões ao cristianismo de ex-muçulmanos. Na Síria e na Áustria, no Líbano e no Reino Unido, um número crescente de ex-muçulmanos está a entrar nas igrejas à procura de respostas. Há relatos de batismos em massa. Porque é que não se fala disto?

Não é este um sinal maior de integração? Ou será que a esquerda vê aqui um sinal de agressão cultural do Ocidente e da maléfica sacristia? Se for por aqui, a esquerda – mais uma vez – não se distinguirá dos islamistas radicais, que veem nestas conversões intoleráveis traições. A verdade é que este ciclone não entra no relatório, porque a esquerda recusa uma conversa séria sobre integração ou assimilação. E, no espectro da integração, a conversão ao cristianismo é o grande anátema.

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