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China corsária

Por uma vez sem exemplo, Trump tem razão. Era altura de o Ocidente responder à desonestidade intelectual e económica da China. Na realidade e na ficção (“Segurança Nacional”), muito se tem falado da interferência cibernética da Rússia num único evento da vida americana: as eleições de 2015. Mas a verdade é que a interferência chinesa é mais frequente, mais antiga e tem como alvo o próprio dia a dia da economia americana e europeia.

Muito antes de Trump, o FBI lançou um mandato de captura contra oficiais do exército chinês cujo único trabalho é assaltar americanos e europeus através do furto de propriedade intelectual. Fareed Zakaria diz que a China é uma “trade cheat”, isto é, intruja ou caloteira. O termo correto é outro: a China é de facto e de jure uma nação de corsários; debaixo daquela serenidade ou gravitas oriental, esconde-se uma potência que lidera o maior saque sistemático da história recente. Nós, ocidentais, somos a vítima desse roubo que está a ser feito debaixo da capa civilizada da “globalização” ou “ordem liberal internacional”.

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