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MeToo: as heroínas esquecidas

Há um ponto que falta dizer sobre o MeToo. É talvez o ponto mais importante, embora só tenha espaço agora. Ao longo dos anos, é evidente que muitas mulheres disseram “não” desde o primeiro dia em que tentaram ser actrizes; disseram sempre “não” aos avanços dos Weinstein e, em consequência, nunca tiveram uma carreira, abandonaram o sonho, não o negociaram na podridão dos Weinstein, não se adaptaram, não criaram a narrativa da “cool girl”, como diz Scarlett Johansson.

Repare-se que não estou, nem de perto nem de longe, a criticar o alegado oportunismo de Scarlett, como se diz por aí.

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