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O suicídio da infância

As coisas estão ao contrário. Os adultos lutam para trabalhar menos, mas, em simultâneo, os filhos desses adultos têm cada vez mais horas de trabalho escolar; o pai que faz a pausa de hora e meia no almoço e que defende a ética da escapadinha turística é o mesmíssimo pai que entope a vida do filho com atividades extracurriculares logo no pré-escolar. Sim, as coisas estão de pernas para o ar.

A narrativa em vigor para os adultos é a da constante escapadinha, do lazer, do ginásio, do restaurante, dos direitos, dos direitos adquiridos, mas, em simultâneo, as crianças e adolescentes são submetidos a uma pressão nunca antes vista.

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