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O cianeto do TPI 

Tem sido um pouco estranho observar o desprezo mediático pela grande cena icónica do ano passado: no TPI, um general bósnio-croata, Slobodan Praljak, matou-se com cianeto. É uma cena fortíssima, mas todavia não tem gerado debate ou interesse. Por exemplo, no arquivo do "Economist", não encontro uma peça sobre o tema. De onde vem este silêncio?

Em primeiro lugar, a cena remete para o maior dos ângulos mortos, o suicídio; o ocidente como um todo não sabe o que fazer ou dizer sobre o tema. É como se o suicídio fosse o único grande tabu que resiste a uma cultura cujo foco é precisamente a destruição dos tabus. Em segundo lugar, Slobodan Praljak remete para um tema caro ao nosso José Cutileiro: a alegada justiça internacional representada pelo TPI só piora as situações que procura melhorar.

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