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Dias de referendo

Fala-se agora do regresso ao papel, ao livro, ao semanário, à revista, ao tempo de leitura mais largo. Ainda bem. Digo-o desde o início: a sociedade chegará a um ponto de saturação do espaço virtual e voltará ao papel. O papel não será vencido pelo ecrã. Posso estar errado? Posso. Mas, se eu estiver errado, teremos pela frente um monstro incontrolável, uma sociedade desligada do pensamento e da liberdade, uma sociedade que não terá qualquer relação com aquilo que andámos a criar e a defender no ocidente.

Julgo porém que não estou errado. O regresso ao papel está a nascer do cansaço que todos sentimos em relação ao mundo virtual.

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