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Populismo: Portugal em contramão

É uma tese que se tornou sabedoria convencional: Portugal, diz-se, ficou imune à vaga de populismo nacionalista e radical. Isto só é verdade em parte, porque o populismo radical e nacionalista já cá estava: o PCP e o Bloco de Esquerda já eram populistas e antieuropeus.

Aliás, era este o grande bloqueio da democracia portuguesa; bloqueio, esse, que nos tornava absurdos no quadro europeu. Éramos uma relíquia da Guerra Fria. Já em pleno século XXI, entre 15% e 20% do Parlamento (PCP e BE) estava ainda em 1975, era radical, populista, antiparlamentar, antidemocracia liberal, anti-UE, anti-NATO, antirrealidade, pró-petulância moralista. Mas algo está a mudar.

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