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Pátria: entre “nação” e “capitalismo”

Tal como aconteceu há cem anos, durante a primeira globalização, é cada vez mais evidente de que a liberdade comercial e financeira do "capitalismo" tem dentro de si as sementes da sua própria destruição; só que as sementes não são marxistas, mas sim nacionalistas.

O que reage à aparente amoralidade do capital (offshore, deslocalização permanente como se vivesse numa nuvem) não é a “classe”, mas sim a “nação”, que se sente destratada moral e economicamente pelo elitismo globalista. As constantes notícias sobre fuga de impostos de empresas como Apple e Facebook são um exemplo desta realidade que alimenta cada vez mais as “nações” furiosas, da Catalunha ao Montana.

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