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A indecência

Já passou um mês e ainda ninguém pediu desculpa, ainda ninguém assumiu responsabilidades, ainda ninguém teve a decência para dizer “falhei” ou “o meu serviço falhou”, “o meu ministério falhou”.

Morreram 64 pessoas perante evidentes falhas humanas de curto e longo prazo, mas um governo democrático e o estado da democracia têm procurado o refúgio que o Estado Novo procurou nas cheias de 1967: a mesma desresponsabilização através das costas largas da mãe natureza, o mesmo desrespeito pelas vítimas, o mesmo desprezo pelos factos. Ou seja, um gigantesco pós-verdade.

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