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A amnésia judaica do “The New York Times”

Nos EUA, a cultura dominante impõe a cada indivíduo um rótulo tribal: afro, gay, hispânico, etc., etc. O indivíduo não é visto como um cidadão de uma república, é encarado como membro de uma tribo étnica ou sexual. E os elogios que se fazem ao indivíduo são apenas uma forma de elogiar a tribo; são uma maneira de enaltecer os contributos da cultura gay, negra ou hispânica para a cultura americana. Sucede que esta correlação positiva indivíduo/cultura só aparece quando o indivíduo é de uma "minoria", afro, gay, hispânico, etc.

O centro judaico-cristão da cultura americana não tem direito a esta simpatia. Por exemplo, é cada vez mais evidente que os judeus não têm direito ao elogio cultural. Não, não estou a invocar o tweets de Trump contra Jon Stewart. Estou mesmo a falar do problema judaico do "The New York Times".

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