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A aia de António Costa

Rocha Andrade é o tipo de personagem que destrói um regime por dentro, é o tipo de cortesão ou aia que mina a respeitabilidade da corte aos olhos do comum dos mortais, porque as suas decisões oblíquas e os seus negócios obscuros nunca têm castigo. Ao longo dos anos, estas aias invisíveis fazem escolhas imorais, mas continuam a surgir na lista dos “ministeriáveis”, como se não existisse memória, como se não existisse uma linguagem que defendesse a dignidade pública, do contribuinte, da democracia, como se não existisse sindicância do poder. Já todos conhecem o caso da Galp, mas ir à bola em Paris é uma ninharia quando se olha para os verdadeiros pecados desta personagem: o Siresp e esse escândalo chamado helicópteros Kamov.

Um escândalo que Costa ainda não explicou. Apesar de já termos um mês de pós-Pedrógão, ainda ninguém confrontou Costa com esta parcela helitransportada do seu passado.

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