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Não basta aceitar o aborto, é preciso louvar o aborto

O caso de Tim Farron é revelador da intolerância dos autoproclamados donos da tolerância - um fanatismo de esquerda que está a provocar duas coisas: a expulsão do espaço público de vozes consideradas “conservadoras”, ou a divisão do espaço público em duas esferas que não se tocam, qual jogo de surdos. Tim Farron é cristão e era líder dos “liberais” (Lib-Dem). Devido às suas posições sobre o aborto e casamento gay, foi literalmente expulso do partido.

O caso é assustador pelo seguinte: Farron considera que o “aborto é errado” (abortion is wrong), mas não desenvolveu grande combate nesta área; o seu discurso político não estava aí centrado; ele é, digamos, um cristão “privado” que aceitou a derrota legal e política na questão do aborto. Isto porém não é suficiente para os ayatollahs progressistas que se sentam nos tronos de faculdades e redações.

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