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Até o Dalai Lama é “fascista”

Já sabíamos que intelectuais conservadores estão proibidos de falar nos campus das universidades americanas – um fenómeno que escapa à esmagadora maioria dos média europeus. Todas as semanas, autores sérios como Charles Murray ou imbecilidades internéticas como Ann Coulter são vaiados e boicotados nas universidades americanas. Esta intolerância de esquerda dura há décadas.

Não se lembram de “Mancha Humana”, de Roth? Este radicalismo progressista é mais grave do que o contra-radicalismo de Trump, porque é a causa e Trump é o efeito; porque não está concentrado num homem ou administração, é um fenómeno cultural enraizado em milhares e milhares de professores e alunos. É a cultura dominante. Aquilo que devia ser o centro do saber e do questionamento transformou-se num sistema de madrassas e fatwas. A divisão da América começa aqui, na esquerda académica americana.

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