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Excel na ótica do utilizador

Jose Carlos Carvalho

António Costa sempre gozou de boa imprensa; antes, durante e depois de orquestrar a maior traição política em décadas, Costa teve sempre direito àquele carinho especial que a imprensa de Lisboa derrama sobre os caudilhos do PS, que, sob a acção deste unguento, deixam de ser caudilhos (como os outros) e passam a ser príncipes ou elfos que vivem num reino à parte, um reino fora do perímetro da crítica. Criticá-los é crime lesa majestade. Portanto, não se pode dizer que Costa e Centeno se limitaram a aproveitar a onda positiva gerada pela austeridade; onda, essa, que já era visível em 2015 (foi por isso que Costa perdeu as eleições). Não se pode recusar a ideia de que a geringonça abriu uma auto-estrada celestial completamente nova que nos garante um maná celestial radicalmente novo e sem qualquer relação com o passado luciférico de Passos.

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