Siga-nos

Perfil

Expresso

Islão europeu ou islão saudita?

Imaginem que alguém em 1930 argumentava que não se podia criticar o fascismo porque esse movimento era a genuína representação da cultura alemã e, portanto, ser anti-fascista ou anti-nazi era ser anti-alemão e preconceituoso - um absurdo lógico e moral. Mas nós, em 2017, vivemos num absurdo semelhante em relação ao islamismo radical ou wahhabismo.

A Arábia Saudita e outros estados do golfo (Kuwait, por exemplo) exportam para a Europa a versão mais radical do islão; o dinheiro do golfo financia em solo europeu madraças, mesquitas e até imãs; o wahhabismo outrora minoritário transformou-se na voz do islão europeu até porque financia alguns dos autoproclamados líderes das comunidades muçulmanas europeias. É nesta base que surge o teatro do absurdo: as pessoas que criticam este islamismo radical e saudita são apelidados de “islamofóbicos” ou “racistas”.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)