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Quim

Nunca esquecerei a equipa do Benfica campeã em 2010. Quim, Maxi, Luisão, David Luiz, Coentrão, Javi, Ramirez, Aimar, Di Maria, Saviola, Cardozo. Passados quase vinte anos, fomos campeões a sério. O título de 2005 foi insonso, jogávamos como equipa pequena, tivemos sorte, a colheita do Porto desse ano deixou a fragrância vintage e desceu à subcave carrascão, que era o nosso nível na época. Sim, só em 2010 é que se dá o verdadeiro renascimento do Benfica através desta equipa de extraterrestres.

Os meus favoritos eram Aimar, que pendurara as chuteiras para jogar com pantufas de pelúcia, e Ramires, um daqueles jogadores que têm o dom do teleporte; só tinha de dizer “beam me up, Scotty” e saltava de imediato do flanco direito para o flanco esquerdo para compensar as loucuras de Di Maria ou para o meio para ajudar Javi. Mas eram todos extraterrestres, todos já tinham jogado, jogariam ou poderiam ter jogado em qualquer grande clube europeu. Todos, menos um.

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