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As vacinas e a Eva 2.0

Quem é que decide não vacinar os filhos, colocando em causa a vida de outras crianças e adultos apenas e só para alimentar um capricho? Quem é que é idiota ao ponto de achar que a sua mera “opinião” é superior ao conhecimento médico acumulado por milhares de investigadores e médicos ao longo de dois séculos? A aldeã que tem a quarta classe ou a jovem mamã que até tem um mestrado, que vive em ambiente urbano e que faz parte da “geração mais bem preparada de sempre”?

Como diz Tom Nichols no livro "The Death of Expertise", esta estupidez é uma marca da jovem sofisticada, arrogante ao ponto de pensar que vai redefinir sozinha a maternidade. Há um antes e um depois dela na história da maternidade. No fundo, ela é a nova Eva, uma Eva que lê uns blogues ou uns posts de facebook. E claro que esta redefinição começa no desprezo pela medicina. Eis portanto o resultado da sociedade da informação e da “geração mais bem preparada de sempre”: as mães mais bem educadas do ponto de vista académico e com o acesso mais rápido à internet são também as mães que fazem as escolhas mais obscurantistas e caprichosas.

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