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Maria, Fátima e eu (I)

A minha relação com Fátima tem sido um carrossel de trocas e baldrocas teológicas, ou seja, o santuário é um bom resumo da minha relação com Deus. Quando era garoto de boné, no tempo do Herman do “Tal Canal” e do “Roque Santeiro”, visitava Fátima com a minha madrinha, Maria. Não tinha consciência do que se passava à minha volta, mas o certo é que as velas, os joelhos esfolados e os cânticos marianos fazem parte da minha memória afetiva.

Um pouco mais tarde, quando comecei a entrar na adolescência, no tempo do Herman do “Parabéns” e da “Tieta”, a minha relação com Fátima e com a fé mudou: passou da ingenuidade para a indiferença. Fátima dizia-me tanto como um templo budista, como um bingo ou como o estádio do Belenenses.

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