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Um partido islamita é tão ilegítimo como um partido fascista

O silêncio sobre o Denk, um novo partido islamita holandês que conquistou quatro lugares no parlamento, é revelador da destruição das narrativas que nos apascentaram nas últimas décadas. As pessoas não sabem o que pensar e, quando pensam, têm medo de ser rotuladas de “racistas”. Naturalmente preferem ficar caladas. Mas a história do Denk é reveladora e começa no estertor da esquerda holandesa.

Depois de uma geração a financiar a cultura islamita através do apoio estatal a escolas, institutos e mesquitas marroquinas e turcas, depois de uma geração a financiar televisões, rádios e imprensa muçulmana que emite uma cultura radical e contrária aos valores holandeses e que – pior ainda – acaba por ser um veículo da propaganda de Erdogan, o PvdA (partido trabalhista) tentou por fim mudou a sua política: tentou trocar este multiculturalismo por uma efectiva integração do muçulmano nos valores holandeses. Mas já era tarde. Há dois anos, os sectores muçulmanos do partido recusaram aceitar este término do politicamente correcto.

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