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Como é que um psiquiatra conduz doentes mentais à eutanásia?

Na Bélgica e na Holanda, essas cidadelas do progresso fraturante, a eutanásia já está manchada por uma escândalo moral: psiquiatras atiram para a eutanásia dezenas de pessoas com debilidades mentais. No “Washington Post”, Charles Lane resumiu bem a questão: “eis a grande crise moral da Europa – a eutanásia de doentes mentais.” Se a eutanásia é uma escolha livre e consciente, como é que pessoas doentes e inimputáveis podem “escolher” a eutanásia? Não podem.

O escândalo moral começa nesta impossibilidade lógica. Se um psiquiatra atira um doente mental para a sala de eutanásia, não estamos perante um caso de eutanásia, mas sim perante um caso de homicídio. Chamar-se-á “homicídio social”? Ou “homicídio benemérito”? “Homicídio fofinho e deveras fraturante e progressista”?

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