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Patriotismo não é nacionalismo

Em 2009, publiquei um livro chamado “Um Mundo sem Europeus”; devia ter esperado por 2017. Aquilo que escrevi em 2009 está hoje à vista de todos. Por exemplo, o livro procurava identificar alguns dos erros intelectuais na narrativa europeia ou europeísta; esta narrativa era absolutamente hegemónica e absolutamente cega, nem sequer conhecia as palavras que permitem "ver" a realidade.

Por exemplo, recusava ver a Europa e o mundo através das palavras "estado-nação” ou “pátria”; durante uma geração, a elite europeia desprezou a ideia de pátria em nome do seu fim de história habermasiano. Claro que este lero-lero pós-pátria esquecia dois ou três pormenores.

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