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Porque é que Fidel matava sem remorso?

Antes de destruir vida, o marxismo destruiu a linguagem. E ainda não recuperámos dessa destruição, como ficou evidente nesta semana. Tanta tinta, tanta palha, tanta marcelice bajuladora, e ninguém a dizer o óbvio: os comunistas mataram mais do que os fascistas; em Cuba, Fidel, Che e o maninho Raúl mataram dezenas de milhares de pessoas no “paredón”.

Fazendo contas por alto à Guterres, até se pode dizer que um ano de comunismo em Cuba matou mais do que quarenta anos de salazarismo em Portugal. Convém recordar que “Revolução” não é uma palavrinha trendy para colocar na t-shirt imbecil do Che. É uma palavra que implica violência, censura e assassínios colectivos. Portanto, em 2016, a única questão séria não é saber se ele matava ou se era tirano. Isso é uma evidência. A única questão é outra: porque é que os comunistas matavam milhares e milhões sem nunca revelarem um milímetro de culpa?

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