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Fofoca senatorial

Marques Mendes parece apostado em substituir Marcelo no cargo de intriguista-mor da corte. A ambição seria sempre criticável, mas, no limite, também seria aceitável. Quem nasceu para cortesão também tem direito a cumprir o seu sonho de menino, até porque há sempre gente disposta a ouvir rumores de rumores dos corredores do poder.

Mas este arranjinho deixa de ser aceitável quando adicionamos um pormenor: quem tem um cargo institucional (Conselheiro de Estado) tem o dever do recato. Não se pode ser Conselheiro de Estado de manhã, advogado à tarde e intriguista profissional na tv à noite. Se por acaso quiser participar no espaço público, um senador da pátria tem o dever de escrever um artigo concreto sobre um tema concreto com propostas ou ideias concretas, entrando assim no debate público de forma séria.

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