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Quando Krugman foi Trump

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Há dias, na CNN, Fareed Zakaria fez um frente-a-frente entre um economista que apoia Trump, Stephen Moore, e Paul Krugman, que apoia Hillary. O que devia ter sido um debate foi um show de arrogância de Krugman, que nunca revelou respeito pelo oponente, mesmo quando Stephen Moore apontou para factos indesmentíveis.

Por exemplo, é verdade que a criação de emprego aumentou depois da crise de 2008, mas a grande maioria desses empregos é de baixos salários e baixas qualificações. Como diz Moore, não são empregos e salários de classe média, são empregos nas caixas de supermercados. O desemprego diminui, mas não há ascensão social. O sonho americano está estagnado. É por isso que Angus Deaton, um Nobel da Economia que vale a pena ler, tem apontado para um dado que tem tanto de curioso como de trágico: o único grupo demográfico de toda a OCDE que apresenta uma subida da mortalidade é o americano branco entre os 40 e os 50 anos.

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