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Mesquitas

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Só é legítima se for financiada pelos muçulmanos franceses

FOTO CHARLES PLATIAU/REUTERS

Alguns califas arábicos compram clubes de futebol na Europa, ou seja, transferem um jogo de computador (Championship Manager) para a realidade. É chato mas inofensivo. Outros califas, porém, praticam uma modalidade olímpica que nada tem de inofensiva: constroem mesquitas wahhabitas, namoram deputados e intelectuais da esquerda e exportam pregadores radicais que defendem a separação entre brancos e castanhos, legitimando pelo meio atos terroristas. É por isso que Michel Valls, primeiro ministro francês, tem toda a razão: fechar as mesquitas francesas financiadas pela Arábia Saudita ou por qualquer potentado externo não é uma forma de racismo ou de islamofobia, é um ato justo e necessário que só peca por tardio.

É fundamental destruir esta quinta coluna que deixámos construir em nome de uma conceção cobarde de “tolerância”. A Arábia Saudita e demais califados do Golfo não podem continuar a exportar uma visão radical do Islão para o interior das nossas sociedades.

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