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O multiculturalismo está morto, evitemos o nacionalismo

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Entre multiculturalistas e nacionalistas, há que reencontrar o patriotismo liberal

FOTO MICHAELA REHLE / REUTERS

O último ano e meio matou o multiculturalismo. A esquerda continuará na via da desculpabilização do Muçulmano, essa figura abstrata que substituiu o Pobre ou o Proletário no imaginário progressista. Contudo, o financiamento político do apartheid conhecido pelo eufemismo "multiculturalismo" e o silêncio crítico dos média em relação às comunidades muçulmanas serão cada vez mais raros. Ainda vamos ter de lidar durante muito tempo com os problemas criados por este apartheid progressista que recusava a integração do Muçulmano, mas a raiz do mal está a secar. O tribalismo antiocidental, que levou a esquerda a apoiar ou ignorar o islamismo misógino e homofóbico, está a morrer. Agora há que evitar que o pêndulo deslize para o gémeo siamês do multiculturalismo, o nacionalismo.

Como escrevi no Expresso em papel, o choque de civilizações é um facto. Negá-lo é o erro dos otimistas fofinhos que escrevem coisas como “não podemos ceder ao medo” ou “todas as religiões são fanáticas” (então porque é que não há terrorismo cristão ou budista?).

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