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De dezasseis em dezasseis anos

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Numa sala cheia de vizinhos, lembro-me de ver as fintas de Chalana em 1984. Mas depois não me lembro de mais nada até 1996. O México 86 foi um PREC versão solteiros e casados, o Euro 88 não existiu, tal como o Itália 90. No Euro 92, já com um espírito de aficionado e de leitor de Carlos Pinhão, lembro-me de ficar furioso com a vitória dos dinamarqueses.

Então uns vikings toscos que mantêm com a bola a mesma relação que eu mantenho com a matemática chegam lá e ganham e nós, príncipes do esférico, reis da ginga, os Garrinchas do norte, nem sequer lá vamos? A desilusão voltou em 1994 e em 1998. A “porcaria” da federação parecia irremovível. Se olharmos para os anos anteriores a 84, o cenário ainda é mais desolador.

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