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Os portugueses da Venezuela: ecos dos retornados

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Em 2016, os média portugueses ainda não têm a coragem ou a honestidade intelectual para criticar de forma sistemática os “paraísos socialistas”, mesmo quando centenas de milhares de portugueses e de luso-descendentes sofrem no interior desses “paraísos”. Cerca de 1.2 milhões de portugueses e luso-descendentes estão a viver situações desesperadas na Venezuela chavista, que, como todos os paraísos socialistas, caiu num inferno hobbesiano.

O silêncio é infame: mais de um milhão de portugueses está a viver um inferno, mas em Lisboa ninguém quer saber, nem os políticos, nem os jornalistas, nem os profissionais da indignação. No máximo, a Venezuela é uma nota de rodapé na agenda da corte lisboeta. Fala-se mais do Podemos, filho bastardo de Chávez, do que dos portugueses que já foram assassinados pelo caos criado por Chávez e Maduro.

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  • Venezuela. “É uma lista muito grande a das pessoas conhecidas que já morreram em assaltos e sequestros”

    Yenny deixou a Venezuela depois de uma tentativa de assalto no meio do trânsito no centro de Caracas. Maria ainda lá está e teme pelo futuro dos filhos, de nove e cinco anos, numa cidade onde falta tudo: comida, água, eletricidade, medicamentos, sabão para lavar a roupa e champô para o cabelo. As histórias das duas portuguesas nascidas na Venezuela espelham bem o momento que se vive no país. Quem pode parte; quem fica espera por uma mudança