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Mohammed Ali, Mandela de luvas

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Não compreendemos Mohammed Ali se não falarmos de fé. Neste caso, trata-se da fé muçulmana que criou as figuras negras mais interessantes do século XX americano. Ao pé de Ali ou Malcolm X, até Martin Luther King adquire um sabor sensaborão. LeBron James, o maior jogador da NBA da actualidade, não tem dúvidas em dizer que Ali foi mesmo o “maior” dentro e fora do ringue devido à coragem que demonstrou contra o regime de apartheid de facto e de jure que existia na América, e não apenas no sul da América.

E a fé foi a base desta personalidade que abalou a América dos anos 60 e 70. Foi a fé que moveu Ali contra o passado e contra o presente dos EUA. Se for vivida a sério, a fé é isto, um instrumento de liberdade e rebeldia contra os poderes e modas do momento.

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  • Ele é a lenda

    A 25 de fevereiro de 1964, Cassius Clay tornou-se o mais jovem campeão mundial da história do boxe. O homem que veio a chamar-se Muhammad Ali tinha apenas 22 anos quando derrotou o corpulento e superfavorito Sonny Liston, de 32, por KO técnico no final do sexto assalto. Os relâmpagos caíam duas, três, quatro vezes no mesmo sítio (no corpo do adversário) quando entrava no ringue. Morreu esta madrugada, com 74 anos

  • Recordar o grande Muhammad Ali

    Para muitos é o maior pugilista de todos os tempos. No dia em que completa 70 anos, recordamos o percurso de Muhammad Ali, desde os tempos em que ainda se apresentava sob o nome de Cassius Clay, até aos mais recentes, quando se tornou notório o efeito da doença de Parkinson